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Lifestyle - 16.10.2018

A histórica Fortaleza do Guincho volta a concentrar todas as atenções. O seu hotel e restaurante – um espaço de excelência, detentor de uma estrela Michelin – celebram, este mês, vinte anos de existência. A Fortaleza do Guincho cedo se tornou sinónimo de qualidade e luxo, assumindo-se, ao longo destas duas décadas, como um autêntico palco de extravagâncias gastronómicas e, acima de tudo, uma escola que fez “nascer” nomes incontornáveis da cozinha de referência.

Em 1998, o conceito do restaurante era totalmente novo, único e exclusivo em Portugal. Caviar, vieiras, trufas? Nessa época, eram apenas sonhos distantes. A Fortaleza do Guincho trouxe todo esse imaginário para a mesa nacional, apostando num registo clássico, de escola francesa, inicialmente liderado pelo chef Marc Le Oudec, com consultoria de Antoine Westermann.

Em 2001, esta equipa deu um passo em frente, conquistando uma estrela Michelin para o restaurante. O espaço passou a ser palco de iniciativas únicas e exclusivas: desde jantares de champanhe, em que todo o menu era acompanhado pelo espumante mais conhecido do globo, aos primeiros eventos com trufas.

Em 2012, uma nova página começa a ser escrita, quando o lendário chef Westermann cede os comandos da cozinha ao seu discípulo Vincent Farges. Os momentos inéditos prosseguiram, com jantares de citrinos, presentes em todos os pratos do menu, um mercado de produtores organizado no lobby do hotel, a introdução dos nomes dos produtores na carta do restaurante... De resto, o arrojo foi comum aos profissionais que já passaram na Fortaleza do Guincho, nunca comedidos no momento de tentarem ir mais longe: para além de Farges, José Avillez, Miguel Laffan, Carlos Cardoso, Filipe Carvalho haviam de partir da beira-mar para outros voos, com o conhecimento e a experiência acumulada numa escola exigente e muito prestigiante.

No seu estilo inconfundivelmente clássico, o restaurante Fortaleza do Guincho nunca se deixou estagnar: pelo contrário, acompanhou os tempos, foi sempre precursor da evolução a par do crescimento da nossa cozinha. E esta cozinha foi-se tornando cada vez mais “nossa.” Das vieiras, passou-se ao pregado da costa nacional, da galinha de Bresse à sopa da pedra, do foie gras às dunas do Guincho, a famigerada sobremesa de Miguel Rocha Vieira com pinha, pinhão e resina, que remete (logo que a vemos e quando a provamos) para o cenário envolvente.  

Para isso, também contribuiu a chegada de Rocha Vieira, do mundo para o Guincho. Foi em 2015, e mais um capítulo haveria de começar. Ao seu lado tem o sous chef Gil Fernandes, o chef de pastelaria Filipe Manhita, e toda a equipa do restaurante e do hotel, que partilham do espírito entusiasta de poderem trabalhar num espaço histórico, alheado do burburinho ainda que a um passo de Lisboa – um reduto de bom gosto intemporal. Esta continua a ser fortaleza onde o nível de qualidade e bom gosto estão aprisionados e de onde nunca conseguirão escapar. Venham mais vinte anos!

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