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Lifestyle - 28.08.2018

De norte a sul. Do interior ao litoral.

Rios, falésias, morros, quedas de água e o mais antigo deserto do mundo, compõem paisagens de uma beleza natural inigualável.

 

Rio Kwanza

É o maior rio de Angola unicamente angolano com um curso de mais de 900 quilómetros. A sua nascente situa-se no Planalto Central de Angola, na província do Bié, e a sua foz fica no Oceano Atlântico, a Sul de Luanda, na Barra do Kwanza, atravessando assim quase todo o país.
As margens são ornamentadas por uma vegetação densa, composta por mangais, catos, embondeiros e uma floresta a “perder de vista”. Uma beleza natural rara que merece ser contemplada a bordo do navio Ritz Muxima, pertencente ao grupo hoteleiro nacional Ritz, cuja rota tem início na Marina da Barra do Dande. Não é de admirar que esta variedade de vegetação resulte numa fauna abundante no Parque Nacional da Kissama, situado numa das suas margens, onde podem ser avistados elefantes, girafas, antílopes, flamingos e uma enorme variedade de aves aquáticas.

 

Miradouro da Lua

A escassos quilómetros da cidade de Luanda, o Miradouro da Lua é um lugar imperdível, onde a chuva e o vento transformaram, ao longo do tempo, as falésias na paisagem “lunar” que hoje podemos encontrar, mesmo em frente ao oceano. É uma das obras naturais mais belas do país, onde podemos observar a areia e a argila esculpidas em forma de estalagmites e outras formas desconhecidas, num “arco-íris” de cores da terra: castanho-escuro e castanho-claro, vermelho e laranja. Um lugar de contemplação obrigatória, especialmente ao final do dia, onde poderá admirar, muito provavelmente, o pôr do sol mais bonito do mundo. O seu fácil acesso junto à estrada que liga a cidade de Luanda à Barra do Kwanza e à província do Bengo, onde se localizam as famosas praias de Cabo Ledo, é considerada a atração turística mais visitada do momento, em Angola.  Em 1993, foi o cenário do primeiro filme luso-angolano, O Miradouro da Lua, que contava a história de um jovem lisboeta que foi a Angola à procura do pai que não conhecia, e que, perante o cenário grandioso do Miradouro da Lua, decidiu permanecer no país.

 

Quedas de Kalandula

As segundas maiores quedas de água de África estão na província de Malange, a quase 500 quilómetros de Luanda. Eleitas uma das “sete maravilhas de Angola”, formam um enorme precipício de 105 metros no leito do rio Lucala, o maior afluente do rio Kwanza. Com uma largura de mais de 400 metros, a água cai em fios de água ou em bátegas ensurdecedoras, formando uma enorme nuvem de água doce no fundo que assinala o reinício de um rio interrompido no seu curso natural. Sempre que o Sol incide sobre as quedas, formam-se dois arco-íris que irrompem a paisagem, permanecendo apenas um, quando o sol se põe. O cenário verde envolvente é impressionante e proporciona recantos mágicos para explorar a pé, de onde pode avistar os diferentes ângulos das quedas de água. Percorrendo as margens do rio, encontrará também lugar para tomar banhos refrescantes, longe das enormes correntes de água. 

 

Fenda da Tundavala

É em plena Serra da Leba que podemos encontrar um dos mais imponentes “cartões-postais” de Angola, a uma distância de 18 quilómetros da cidade do Lubango, na província da Huíla. O grande planalto central de Angola termina neste local, atingindo uma altitude de 2200 metros. A Fenda da Tundavala é uma gigantesca parede rochosa que cai, abruptamente, para apenas mil metros, proporcionando um impressionante precipício. No cimo da fenda, situam-se dois miradouros que vale a pena pisar. Virados para a frente, podemos ver a vasta planície do Namibe que se estende até ao Oceano Atlântico e, se olharmos para baixo, podemos perceber como a fenda se fecha como uma “porta de pedra” que vai encerrando a luz gradualmente. Já de costas para a fenda, podemos descobrir uma paisagem envolvente impressionante, com enormes monólitos que dão forma a este território de pedra.

 

Deserto do Namibe

Junto à faixa litoral no sul do país, estende-se aquele que é o deserto mais antigo do mundo e um dos potenciais pontos turísticos de Angola, não só pela fauna e flora envolvente, mas também pelas tradições seculares dos povos que nele ainda habitam. O deserto do Namibe, localizado a 200 quilómetros da cidade do Namibe, prolonga-se até ao país vizinho, a Namíbia, onde aqui recebe milhares de turistas de todo o mundo. Em solo angolano, o deserto divide-se em duas zonas distintas: a de dunas e a de areias móveis, ocupando um total de 200 mil hectares. Apesar de se tratar de um deserto, a flora é um ponto de destaque, graças à presença única no mundo de uma planta endémica que pode atingir até 2000 anos de vida, a welwitschia mirabilis. No centro do deserto, entre o Oceano Atlântico e os rios Cunene e Curoca, encontramos o Parque Nacional do Iona, onde podem ser facilmente avistados vários animais exóticos como as cabras de leque, as zebras e o órix, o símbolo do parque.

 

Morro do Moco

É na província do Huambo que se localiza o Morro do Moco, o ponto mais alto de Angola, com mais de 2500 metros de altura. Chamam-lhe morro, mas, na verdade, é uma montanha incrustada nas cordilheiras do Planalto Central e um lugar especial com um enorme potencial para o turismo de aventura e ecológico. O trajeto com início na vila do Ussoque que nos leva ao morro entusiasma todos aqueles que gostam de se perder na natureza. A partir dali segue-se um “ziguezague” de 27 quilómetros por estradas degradadas, rios, subidas e descidas até chegar à aldeia de Kanjonde, onde nos deparamos com um conjunto de casas de adobe que “vivem” à sombra do cume do Moco. No topo, as paisagens impressionam... Em rotação completa de 360 graus, podemos apreciar os maciços ondulados a “perder de vista” e as encantadoras pradarias do Planalto Central com as rochas que delas irrompem em forma de lança. Tudo isto com os pés acima das nuvens. Literalmente.

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